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O Regime Jurídico da Contratação Pública no Domínio da Defesa e Segurança

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A dissertação de Mestrado de Pedro Gil Martins vem “preencher uma lacuna”, numa área que é fundamental para toda a comunidade política, mas que, salvo excepções pontuais, tem estado bastante carecida de atenção, e que nos próximos anos, por razões evidentes para todos, estará certamente em foco. Esta é uma obra que faz avançar o ramo do conhecimento em que se insere, movimentando-se com grande à-vontade nos domínios do direito interno e do direito europeu, cruzando perspectivas do direito dos contratos públicos com outros temas e áreas dos regimes jurídicos militares e de segurança.
Além disso, será certamente de enorme utilidade para todos aqueles que são chamados a intervir, em qualquer qualidade, em processos de formação e execução de contratos públicos nos domínios da defesa e segurança. Espero que tenha, por parte do público, a boa recepção que merece.

Miguel Assis Raimundo, prefácio


ÍNDICE

Introdução
Capítulo I – O mercado europeu de defesa e segurança
1. O que caracteriza e distingue o mercado da defesa e segurança face à contratação pública em geral?
1.1 O mercado da defesa e segurança em geral
1.2 Nota histórica sobre a contratação pública de armamento e equipamento militar
1.3 Um mercado fragmentado e com o Estado no centro, monopsonista quanto à procura e oligopolista quanto à oferta
1.3.1 A centralidade do Estado e procura monopsonista nos mercados de defesa e segurança
1.3.2 Um mercado fragmentado
1.3.3 A oferta oligopolista nos mercados de defesa e segurança
1.4 Um mercado tecnologicamente sofisticado e complexo
1.5 Os interesses essenciais de segurança: a segurança do fornecimento e da informação

Capítulo II – O direito primário europeu
2. O direito primário da União Europeia relativo à contratação pública: o mercado interno e as derrogações admitidas ao seu normal funcionamento
2.1 O mercado interno e a norma habilitante das diretivas de contratação pública
2.2 As exceções ao mercado interno motivadas pela segurança pública
2.3 A proteção dos interesses essenciais de segurança e exceções em situações de crise: os artigos 346.º, 347.º e 348.º do TFUE
2.3.1 Notas de contexto
2.3.2 O artigo 346.º do TFUE e o seu esculpimento pelo Tribunal de Justiça
2.3.3 A Comissão Europeia enquanto guardiã da correta aplicação do artigo 346.º do TFUE
2.3.4 O artigo 347.º do TFUE

Capítulo III – As Diretivas
3. O regime das Diretivas
3.1 A Diretiva de Contratação Pública e a contratação pública no domínio da defesa e segurança: onde começa uma, acaba a outra e como se articulam
3.2 A Diretiva n.º 2009/81/CE, de 13 de julho (Diretiva de Contratação de Defesa)
3.2.1 Situando no espaço- tempo a Diretiva de Contratação de Defesa
3.2.2 O âmbito de aplicação da Diretiva de Contratação de Defesa: delimitação negativa num quadro de múltiplas possibilidades internacionais
3.2.3 Idem: o âmbito subjetivo
3.2.4 Idem: o âmbito objetivo
3.2.5 Idem: o caso dos contratos mistos
3.2.6 Idem: os limiares de sujeição
3.2.7 Idem: o arsenal de exclusões expressas
3.2.8 Idem: exceção escondida: a contratação in- house
3.2.9 Um regime ajustado ao interesse público: as soluções de alfaiate
3.2.9.1 Os procedimentos da Diretiva – a primazia da flexibilidade
3.2.9.2 Os poderes especiais atribuídos às entidades adjudicantes
3.2.9.3 Substituição dos velhos modos: das contrapartidas à subcontratação

Capítulo IV – O regime nacional
4. O regime nacional de contratação pública no domínio da defesa e segurança
4.1 Os contratos de defesa e segurança no Código dos Contratos Públicos
4.1.1 A articulação entre opostos: os artigos 4.º e 5.º do CCP
4.1.2 A terra nullius do artigo 4.º?
4.1.3 Outras exclusões do CCP e contratos de defesa?
4.2 O Decreto- Lei n.º 104/2011, de 6 de outubro
4.2.1 Concretizações na transposição
4.2.2 O caso dos contratos com objeto de defesa ou segurança aquém do limiar: quo vadis?
4.2.3 Os procedimentos classificados
4.2.4 A norma- regime- por- remissão do artigo 73.º e a aplicação subsidiária do CCP

Capítulo V – A crítica da aplicação útil
5. A crítica da aplicação útil do regime de contratação no domínio da defesa e segurança
5.1 A monitorização europeia da implementação da Diretiva de Contratação de Defesa
5.2 O plano em ação: a aplicação nacional da contratação pública de defesa e segurança
5.3 O regime jurídico de contratação pública de defesa e segurança enquanto potenciador da prossecução do interesse público

Conclusão
Anexo I – tabela de correspondência entre a Diretiva 2009/81/CE e o Decreto-Lei n.º 104/2011
Anexo II – Detalhe das diligências procedimentais do procedimento de negociação com publicação de anúncio de concurso

9789899252547

Ficha técnica

Editor
AAFDL EDITORA
Autor(es)
Pedro Gil Martins
Referencia
9789899252547
Páginas
359
Local de Edición
Lisboa (2026)