Pessoa e Trabalho no Direito Português (1750-1878): Escravo, Liberto e Serviçal
search
  • Pessoa e Trabalho no Direito Português (1750-1878): Escravo, Liberto e Serviçal

Pessoa e Trabalho no Direito Português (1750-1878): Escravo, Liberto e Serviçal

40,00 €
36,00 € Poupe 10%
Com IVA ENVIO EM 2 A 3 DIAS ÚTEIS
Quantidade

  PAGAMENTO SEGURO

Pagamentos seguros e geridos diretamente pelos bancos. Multibanco, MBWay e Paypal disponíveis.

  EXPEDIÇÃO GRATUITA A PARTIR DE 25€

Em encomendas de valor superior a 25,00€ | Entregas em 2 a 3 dias úteis

  APOIO AO CLIENTE

Estamos disponíveis para esclarecer todas as suas dúvidas.

Nota Prévia

Serve a presente para um breve esclarecimento sobre alguns aspectosr elativos à elaboração do texto. Em primeiro lugar, quanto à transcrição de textos os antigos, dada a diversidade de fontes - em especial dos textos normativos - optei por manter por completo a versão da fonte utilizada, com alterações mínimas: respeito pela ortografia original, adaptando o uso de letras maiúsculas aos  critérios actuais mas apenas quando o mesmo resulte de uma opção estilística/estética no texto original; separação ou junção de palavras de acordo com os critérios actuais e desenvolvimento de abreviaturas (com indicação respectiva) para facilitar a leitura.

Para os diplomas de Direito antigo, utilizei sobretudo as Colecções de legislação, citando apenas a partir da fonte manuscrita quando não foi possível localizar o texto publicado e, residualmente, através de transcrições actuais quando a consulta do documento original não foi exequível (por exemplo, quanto aos arquivos brasileiros). Evitei, na medida do possível, o recurso exclusivo a índices remissivos, optando pelas obras que contêm a versão integral do texto transcrito.

Para os textos normativos contemporâneos, posteriores a 1820, recorri preferencialmente à versão publicada nos jornais oficiais (Diário do Governo/ Diário de Lisboa e Boletins Oficiais dos territórios ultramarinos) ou, na falta de publicação, à Colecção Official de Legislação Portuguesa (aqui assim designada por uma questão de comodidade, dadas as suas várias designações ao longo dos anos). Só de forma muito residual, na impossibilidade de encontrar os diplomas nestes periódicos, me socorri de transcrições de outra natureza e, ainda assim, preferindo também sempre a transcrição integral à mera referência ou sumário.

Quanto ao uso de palavras ou expressões latinas, tentei seguir o seguinte critério: as palavras são usadas no nominativo, independentemente da sua função específica na oração, no singular ou no plural consoante o sentido e, se acompanhadas por artigo ou adjectivo em português, estes são colocados no feminino ou no masculino consoante o género da palavra na nossa língua, em especial se a palavra latina é neutra, para tornar mais fácil a leitura. Esta regra é obviamente afastada quando são usadas expressões completas, reproduzidas de forma integral, ou palavras antecedidas de preposição em latim, em que a declinação é a "exigida" pela mesma.
Não foram adoptadas as novas regras que impõe o acordo ortográfico. Para lá do esforço impossível de rever todo o texto, elaborado já desde 2006, à luz dessas regras (uma vez que a correcção automática é de inexequível aplicação, dada a quantidade de trechos em português antigo inseridos), acresce a discordância profunda com a imposição de uma forma de redacção que é estranha ao evoluir da própria língua portuguesa, com critérios de uniformização que ignoram — ou, melhor, esmagam — a diversidade da mesma.

Quanto à citação de Autores de língua diferente, optei preferencialmente e para não deturpar o sentido, por transcrição na língua original mas sempre em nota de rodapé, excepto quando no corpo do texto se considerou adequado o uso de um termo ou de uma expressão curta na sua forma original. Salvo nestes casos, sempre que no corpo do texto se transcreveram esses Autores, optei por traduzir os termos ou expressões originais. Também foi necessário recorrer a traduções o mais avalizadas possível de textos em língua alemã. Nos restantes casos, optei, sempre que possível, por consultar a versão original, embora por vezes com o auxílio de uma edição portuguesa (tais situações estão sempre identificadas na bibliografia final).

5606939008633

Ficha informativa

Editor
AAFDL | LISBON LAW EDITIONS
Autor(es)
Margarida Seixas
Referência
5606939008633
Páginas
1012
Local de Edição
Lisboa (2016)

Este website utiliza Cookies

Ao clicar em "Aceitar todos os cookies", concorda com o armazenamento de cookies no seu dispositivo para melhorar a navegação no site, analisar a utilização do site e ajudar nas nossas iniciativas de marketing.

Cookies necessários
Os cookies necessários ajudam a tornar um website útil, permitindo funções básicas, como a navegação e o acesso à página para proteger áreas do website. O website pode não funcionar corretamente sem estes cookies.
Nome do cookie Fornecedor Objetivo Termo
PHP_SESSID dev.livraria.aafdl.pt Este cookie é nativo do PHP e permite que sites armazenem dados de estado serializados. Ele é usado para estabelecer uma sessão de usuário e para passar dados de estado por meio de um cookie temporário, comumente referido como um cookie de sessão. Sessão
PrestaShop-# dev.livraria.aafdl.pt Este cookie ajuda a manter as sessões do usuário abertas enquanto eles estão visitando um site, e os ajuda a fazer pedidos e muitas outras operações, como: data de adição do cookie, idioma selecionado, moeda usada, última categoria de produto visitada, produtos vistos pela última vez, identificação do cliente, nome, nome, senha criptografada, e-mail vinculado à conta, identificação do carrinho de compras. 480 horas
rc::a Google Este cookie é usado para distinguir humanos de robôs. Isso é benéfico para o site criar relatórios válidos sobre o uso de seu site. Persistente
rc::c Google Este cookie é usado para distinguir entre humanos e bots. Persistente
Cookies de desempenho
Cookies usados especificamente para coletar dados sobre como os visitantes usam um site, quais páginas de um site são visitadas com mais frequência ou se eles recebem mensagens de erro em páginas da web. Esses cookies monitoram apenas o desempenho do site à medida que o usuário interage com ele. Esses cookies não coletam informações identificáveis sobre os visitantes, o que significa que todos os dados coletados são anônimos e usados apenas para melhorar a funcionalidade de um site.
Cookies de estatística
Os cookies de estatística ajudam os proprietários de websites a entenderem como os visitantes interagem com os websites, recolhendo e divulgando informações de forma anónima.
Nome do cookie Fornecedor Objetivo Termo
collect Google Ele é usado para enviar dados ao Google Analytics sobre o dispositivo do visitante e seu comportamento. Rastreie o visitante em dispositivos e canais de marketing. Sessão
r/collect Google Ele é usado para enviar dados ao Google Analytics sobre o dispositivo do visitante e seu comportamento. Rastreie o visitante em dispositivos e canais de marketing. Sessão
_ga Google Registra um ID exclusivo que é usado para gerar dados estatísticos sobre como o visitante usa o site. 2 anos
_gat Google Usado pelo Google Analytics para controlar a taxa de solicitação 1 dia
_gat_gtag_UA_* Google Usado para controlar a taxa de solicitação. 1 minuto
_gd# Google Este é um cookie de sessão do Google Analytics usado para gerar dados estatísticos sobre como você usa o site, que são removidos quando você fecha o navegador. Sessão
_gid Google Registra um ID exclusivo que é usado para gerar dados estatísticos sobre como o visitante usa o site. 1 dia
Cookies de marketing
Os cookies de marketing são utilizados para seguir os visitantes pelos websites. A intenção é exibir anúncios que sejam relevantes e apelativos para o utilizador individual e, logo, mais valiosos para os editores e anunciantes independentes.
Nome do cookie Fornecedor Objetivo Termo
ads/ga-audiences Google Esses cookies são usados pelo Google AdWords para reconquistar visitantes que provavelmente se converterão em clientes com base no comportamento online do visitante nos sites. Sessão
fr Facebook Usado pelo Facebook para entregar uma série de produtos de publicidade, como lances em tempo real de anunciantes terceiros. 3 meses
NID Google Registra um ID exclusivo que identifica o dispositivo de um usuário recorrente. O ID é usado para anúncios direcionados. 6 meses
tr Facebook Usado pelo Facebook para entregar uma série de produtos de publicidade, como lances em tempo real de anunciantes terceiros. Sessão
VISITOR_INFO1_LIVE youtube.com Tenta estimar a largura de banda dos usuários em páginas com vídeos integrados do YouTube. 179 dias
YSC youtube.com Registra um ID único para manter estatísticas de quais vídeos do YouTube o usuário viu. Sessão
yt-remote-cast-installed youtube.com Armazena as preferências do player de vídeo do usuário usando o vídeo do YouTube incorporado. Sessão
yt-remote-connected-devices youtube.com Armazena as preferências do player de vídeo do usuário usando o vídeo do YouTube incorporado. Persistente
yt-remote-device-id youtube.com Armazena as preferências do player de vídeo do usuário usando o vídeo do YouTube incorporado. Persistente
yt-remote-fast-check-period youtube.com Armazena as preferências do player de vídeo do usuário usando o vídeo do YouTube incorporado. Sessão
yt-remote-session-app youtube.com Armazena as preferências do player de vídeo do usuário usando o vídeo do YouTube incorporado. Sessão
yt-remote-session-name youtube.com Armazena as preferências do player de vídeo do usuário usando o vídeo do YouTube incorporado. Sessão
_fbp Facebook Usado pelo Facebook para entregar uma série de produtos de publicidade, como lances em tempo real de anunciantes terceiros. 3 meses
Cookies de preferência
Os cookies de preferência permitem que um website memorize as informações que mudam o comportamento ou o aspeto do website, como o seu idioma preferido ou a região em que se você encontra.
Conteúdo não disponível